domingo, 11 de outubro de 2009

Alternâncias

Por uma constelação de desejos,sua luneta agarrava-lhe as mãos.
Mal sabia que há luzes tão sóbrias quanto os brilhos de nossas nus e vãs estrelas.
Nossos olhos não mais vivem.

5 comentários:

Eduardo Trindade disse...

Gostei particularmente do primeiro verso, é digno dos melhores poetas, com certeza! E a continuação do poema não deixa a desejar, convidando o leitor a alternar sonhos e sensações.
E que bom ter notícias tuas, estou ansioso por saber mais do que tens feito!
Abraços!

Uerlle Costa disse...

Ei querida!
Obrigado pelas palavras.
Ainda estou aprendendo e espero estar no caminho certo!

Beijos

Alice disse...

Se temos luz: vemos!
Mas de que nos adianta quando estamos cegos?

Karla Thayse disse...

Lindo e doce...
como tudo que acho por aqui.
Uma semana de luz pra você flor!
Um beijoo

Dani Santos disse...

Saudades de vir aqui, banhar-me de sonhos e encantos tantos, sejam doces ou amargas as melodias...
belos dias de sol pra ti, ó menina de arco-íris nos olhos...