domingo, 8 de agosto de 2010

Poesia Transitiva

O verbo-delirante de Barros
internou-se dentro de mim.
Sem camisa de força,deixei-o
livre brincando com minhas fraquezas.
Vivi num constante pingo de frase,num período de oração por calmaria.
Não obtive sucesso.
Seus delírios,agora,meus companheiros.
De mãos dadas,nos conjugamos.
Cônjuges loucos.Poetas.

5 comentários:

meiasverdades disse...

Anaaa ...estava com saudade das suas palavras...
...
Voltei a escrever no meu blog entra láa .. : http://poucosrelatos.blogspot.com/

' Jeffão Araújo disse...

O maravilhoso dom de viver é a possibilidade de conjugarmos todos os verbos que existem (amar, sofrer, sorrir, compartilhar, ...) a dois.

Amo sempre ler-te!

Obrigado pela visita, e fique a vontade para voltar!!

Sarah disse...

E por que não deixar que versos brinquem com nossas fraquezas, sempre? Talvez isso nos fortaleça.

É sempre bom passar aqui. Preciso fazer isso mais vezes.

Beijos.

Pri C. Figueira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pri C. Figueira disse...

Deixe-o andar livre!
Loucos? Talvez! Poetas? Sim
Sonhadores? Sempre!

O que seriamos de nós sem nossos delirios ou sem deixar-se ser contaminada pelos do outro. É assim que nos movemos.. por sonhos partilhados e por verbos conjugados!

Um beijo, amoo vi aqui!